Marlene Zanghelini Altini [1]

RESUMO:

Desde a antiguidade, o homem utiliza a contabilidade para registrar suas operações, e verificar o montante de seu capital. Com o passar dos anos, e com a evolução constante da globalização, a contabilidade tem evoluído e se tornado uma ferramenta na gestão empresarial. Porém, muitas empresas ainda desconhecem a contabilidade, utilizando-a somente para pagamentos de tributos e deixam de usufruir da sua principal finalidade que é o planejamento, o controle e o auxílio nas tomadas de decisões das organizações. Por isto é de suma importância que as empresas conheçam contabilidade, analisem suas demonstrações financeiras, pois somente assim, terão uma visão ampla de sua situação atual e conseguirão tomar decisões embasadas em relatórios confiáveis e concisos.

Palavras ? chaves: contabilidade, tomada de decisão, organizações.

1 INTRODUÇÃO

As recentes transformações mundiais nos processos políticos, econômicos, comerciais e produtivos decorrentes da globalização, deixaram como conseqüência, a necessidade cada vez maior das empresas serem competitivas, fazendo com que tenham o livre exercício de suas atividades comerciais.

Assim, muitas empresas buscam aperfeiçoar-se a cada dia para acompanhar este mercado competitivo, utilizando como ferramenta essencial, à contabilidade, que registra todos os fenômenos que afetam as situações patrimoniais, financeiras e econômicas da empresa, buscando a melhor direção a seguir para sobreviver a este mercado.

Entretanto, ainda existem organizações que não vêem a contabilidade como uma ferramenta decisória, somente como uma geradora de guia de impostos, e acabam deixando-a de lado. Muitas vezes isto acontece porque as organizações acreditam que contabilidade é ?coisa? de contador e não faz parte da empresa, ou pelo simples fato de não conhecerem realmente qual a função da contabilidade dentro dela.

Portanto, o presente estudo tem como objetivo principal apresentar uma introdução à contabilidade, com base em fundamentos teóricos, conhecendo sua história e alguns conceitos básicos de contabilidade.

2 HISTÓRIA DA CONTABILIDADE

É possível afirmar, segundo Iudícibus (2000, p. 30), ?que a contabilidade é tão antiga quanto à origem do Homo Sapiens. Alguns historiadores fazem remontar os primeiros sinais objetivos da existência de contas aproximadamente há 4.000 anos antes de cristo?. Antes disso o homem primitivo, ao inventar os inúmeros instrumentos de caça e pesca disponível, ao contar seu rebanho e ao contar suas ânforas de bebidas, já estava praticando uma forma de contabilidade. Na invenção da escrita, a representação dos números normalmente tem sido uma precedência histórica. Assim, é possível identificar os primeiros exemplos de contabilidade, no quarto milênio antes de cristo, entre a civilização sumérico-babilônica.

A contabilidade teve evolução lenta até o aparecimento da moeda, pois na época de troca de mercadorias os negociantes anotavam as obrigações, os direitos e os bens perante terceiros, mas tratava-se apenas de um inventário físico, sem avaliação monetária.

A preocupação com as propriedades e com as riquezas era constante no homem naquela época (sendo até hoje), o que foi necessário o aperfeiçoamento de instrumentos de avaliação da sua situação patrimonial á medida que as atividades desenvolviam-se com mais complexidade.

Iudícibus (2000, p. 31) descreve que ?o acompanhamento da evolução do patrimônio líquido das entidades de qualquer natureza constitui-se no fator mais importante da evolução da contabilidade, assim, ela é tão antiga quanto o homem que pensa?.

Crepaldi (2003, p. 15) também relata um pouco dessa história, mostrando que a contabilidade é uma das ciências mais antigas do mundo, onde existem diversos registros de que as civilizações antigas já possuíam esboço das técnicas contábeis em termos de registro histórico é importante destacar a obra do Frei Luca Paccioli, a Summa de arithmetica, geométrica, proportioni et proportionalita, publicada em Vezena, em 1494, pouco depois da invenção da imprensa, sendo um dos primeiros impressos do mundo. Esta obra mostra um método empregado por mercadores de Veneza no controle de suas operações, chamado mais tarde de método das partidas dobradas ou método de Veneza.

Com o passar dos anos a contabilidade expandiu-se para as instituições, como a Igreja e o Estado e foi importante instrumento no desenvolvimento do capitalismo. Para Crepaldi (2003, p. 15):

As técnicas e informações na época ficavam restritas ao dono do empreendimento, pois os livros contábeis eram considerados sigilosos. Isto limitou consideravelmente o desenvolvimento da ciência, uma vez que não existia troca de idéias entre os profissionais. Mais recentemente, com o desenvolvimento do mercado acionário e o fortalecimento da sociedade anônima como forma de sociedade comercial a contabilidade passou a ser considerada também como um importante instrumento para a sociedade.

Estas mudanças no decorrer dos anos fizeram com que a sociedade e as entidades olhassem com ?outros olhos? para a contabilidade, percebendo sua importância, principalmente como uma ferramenta na tomada de decisão, pois há algum tempo atrás, isto era assunto somente para contadores, criando-se o mito de que contabilidade é difícil, porém, todo empresário recebe e analisa informações contábeis, seja através de balanços, de demonstrações financeiras, orçamentos ou análise de projetos, que exigem compreensão para discutir tais questões.

3 CONCEITO E FINALIDADE DA INFORMAÇÃO CONTÁBIL

O desenvolvimento do método contábil esteve diretamente ligado com o surgimento do capitalismo, como forma quantitativa de mensurar os acréscimos ou decréscimos dos investimentos iniciais alocados a alguma exploração comercial ou industrial. A economia de mercado e a sua expansão foram fortemente amparados pelo surgimento e aperfeiçoamento das partidas dobradas, verificando-se assim uma interação entre os dois elementos.

Assim, a contabilidade é um instrumento que fornece o máximo de informações úteis para a tomada de decisão dentro e fora da empresa. Ela é muito antiga, mas sempre existiu para auxiliar as pessoas nas suas decisões. Com o passar do tempo, o governo também utilizou-se dela para arrecadar impostos, e tornando sua apresentação obrigatória para todas as empresas. Porém, a contabilidade não deve ser feita visando basicamente atender as exigências do governo, mas sim, auxiliar as empresas a tomarem decisões.

Segundo Greco, Arend e Gärtner (2007, p.1), a contabilidade ?registra, estuda e interpreta (por análise) os fatos financeiros e econômicos que afetam a situação patrimonial de determinada pessoa física ou jurídica?. Esta situação patrimonial é apresentada aos seus usuários, que são todas as pessoas interessadas em avaliar a situação da empresa sejam clientes, fornecedores, governo, bancos, sócios e acionistas, por meio das demonstrações contábeis, que devem permitir ao usuário nítida avaliação da situação econômica e financeira da empresa.

Desta forma, a contabilidade assegura o controle do patrimônio e fornece informações sobre sua composição e variações patrimoniais, bem como o resultado das atividades econômicas desenvolvidas, sendo demonstradas no Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do Exercício, onde é possível verificar a situação da empresa sob vários enfoques, como: análises de estrutura, de evolução, de solvência, de garantia de capitais próprios e de terceiros, de retorno de investimento, etc. A contabilidade também fornece informações sobre condições de expandir-se, sobre necessidades de reduzir custos ou despesas, necessidades de buscar recursos, etc.

A contabilidade basicamente, tem duas finalidades importantes que devem ser observadas, uma delas é a de controle e a outra a de planejamento.

A finalidade de controle pode ser como um processo pelo qual a administração da empresa se certifica de que está agindo em conformidade com os planos de políticas traçados pelos próprios ?donos de capital?. De acordo com Iudícibus et al (1998, p.24-25), a informação contábil é útil ao processo de controle das seguintes formas:

  • Como meio de comunicação: os relatórios contábeis informam a organização a respeito dos planos e políticas da administração, e das formas de comportamento ou ação que a administração deseja atribuir à empresa, e;
  • Como meio de verificação: a administração necessita avaliar periodicamente a qualidade dos serviços executados pelos empregados. A apreciação desse desempenho pode resultar em aumento de salários, promoções, ações corretivas, etc. Assim, a informação contábil auxilia no processo de avaliação, embora o desempenho humano não possa ser julgado apenas pela informação contida nos registros contábeis.

A finalidade de planejamento é o processo de decidir qual a ação deverá ser tomada para o futuro, podendo abranger um segmento da empresa, ou ela como um todo. O processo de planejamento consiste em considerar vários caminhos diferentes e decidir qual o melhor a seguir. A informação contábil, segundo Iudícibus et al (1998, p.25), ?principalmente no que se refere ao estabelecimento de padrões ou standards e ao relacionamento da contabilidade com os planos orçamentários, é de grande utilidade no planejamento empresarial?.

Diante disto, observa-se que a contabilidade está presente desde o ?nascimento? de uma empresa, onde é necessário observar os planos de ação a serem desenvolvidos no processo de sua formação, assim como, durante toda sua ?vida útil?, auxiliando os gestores nas suas tomadas de decisões, baseados nos relatórios apresentados pela contabilidade, demonstrando os reais resultados da empresa a cada período, podendo assim, definir as melhores estratégias para a empresa em determinado momento.

4 OBJETO DA CONTABILIDADE

A contabilidade surgiu da necessidade de controlar o patrimônio, principalmente porque existem empresas que realizam muitas transações, o qual requer maior controle. Seria quase que impossível controlar um patrimônio, que se compõem por bens, direitos e obrigações, sem registros organizados sobre as mudanças que ocorrem nele. Por isto que, o objeto da contabilidade é o patrimônio das empresas.

Com o aperfeiçoamento dos sistemas contábeis no longo dos anos, e com a universalização dos métodos contábeis, foi possível acompanhar a evolução patrimonial, comparativamente com outras empresas.

O patrimônio empresarial não fica ?paralisado?, pelo contrário, está em constante mudança, devido às operações realizadas a cada dia pela empresa. De acordo com Crepaldi (2003, p. 20), o fato de o patrimônio empresarial não ser estático, alterando-se a cada operação, e sabendo que o volume de transações requer um controle próprio, a contabilidade deverá ser feita de forma coordenada, a ponto que a informação produzida seja: confiável, os trabalhos devem inspirar confiança, dando segurança ao usuário que recebe as informações; ágil, mesmo quando apresentado um ótimo trabalho, porém se não for apresentado em tempo hábil, perde o sentido da informação; elucidativa, é importante identificar o grau de conhecimento dos usuários, pois é primordial para que os trabalhos sejam elucidativos; e, fonte para a tomada de decisão, pois nenhuma decisão quando trata-se de negócios é tomada sem um planejamento, de uma vez que está em jogo o patrimônio da empresa, assim utiliza-se da contabilidade como ferramenta para o auxílio nas decisões a serem tomadas.

O estudo do patrimônio através da contabilidade contém dois aspectos fundamentais, o estático e o dinâmico. O estático é onde o patrimônio da empresa é apresentado como uma ?fotografia?, ou seja, apenas para conhecimento do que já ocorreu na empresa, e o dinâmico, possibilita o estudo das mudanças ocorridas nos períodos.

Estas mudanças que as empresas observam todos os dias no seu patrimônio são fornecidas pela contabilidade através de dados, e é através disto que muitas empresas conseguem identificar o que vai ocorrer futuramente, podendo assim, desenvolverem um plano de ação com a melhor ?saída? para a empresa em determinado momento.

5 PATRIMÔNIO

Em contabilidade, a palavra patrimônio é composta por todos os bens e direitos e também pelas obrigações da empresa. Os bens e direitos são aquilo que pertence à empresa, ou seja, é tudo que ela possui, como por exemplo: carro, dinheiro, etc., já os direitos, é tudo que a empresa tem a receber de terceiros, como por exemplo: se algum cliente pagará uma quantia em dinheiro no mês seguinte ao da venda de determinada mercadoria, tem-se o ?direito? de receber este valor, de uma vez que o esforço já foi desempenhado, e o cliente já está em posse de seu produto. As obrigações são todos os pagamentos e dívidas que a empresa tem com terceiros, sejam eles fornecedores, governo, funcionários sócios, etc.

Portanto, o patrimônio da empresa tem dois sentidos, o conjunto de bens e direitos pertencentes à empresa e as obrigações a serem pagas.

5.1 BENS

Os bens de uma empresa conforme Marion (2004, p. 35) ?são as coisas úteis, capazes de satisfazer as necessidades das pessoas e das empresas?. Se estes bens são palpáveis e tem forma física, são conhecidos como bens tangíveis, como veículos, imóveis, estoques de mercadorias, dinheiro, móveis e utensílios, ferramentas, etc., se forem bens incorpóreos, ou seja, se não são palpáveis, são conhecidos como bens intangíveis, como uma marca e as patentes de invenção.

Além dos bens tangíveis e intangíveis, eles podem ser divididos em bens imóveis: que são aqueles que estão no solo e que não podem ser retirados, como edifícios, casas, construções, etc., e os bens móveis, que são aqueles que podem ser removidos, como animais, máquinas e estoques.

5.2 DIREITOS

Entende-se por direito em contabilidade, o ?poder? de exigir alguma coisa, ou seja, são valores que a empresa tem a receber, seja de seus clientes, sócios, etc. Como exemplo, pode-se citar o salário que o empregado recebe no mês seguinte ao trabalho efetuado, pois isto é um direito, já que o trabalho foi desenvolvido em período anterior ao do pagamento.

Marion (2004, p. 36), relata que em relação à empresa, o direito a receber mais comum decorre das vendas a prazo, ou seja, quando se vendem mercadorias a outras empresas, e o pagamento não é efetuado no ato, mas no futuro, assim, a empresa vendedora emite uma duplicata como documento comprobatório.

O conjunto de bens e direitos formam o Ativo da empresa, e aparecem no balanço patrimonial, conforme mostra o quadro abaixo:

 

 

BALANÇO PATRIMONIAL

ATIVO

PASSIVO E PL

Bens

 

?

Máquinas

Direitos

Títulos a receber

Quadro 01 ? Estrutura do Balanço Patrimonial

Fonte: MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2004. p. 53.

 

Contudo, este conjunto de Ativos são propriedades da empresa e são itens positivos do patrimônio, trazendo benefícios e ganhos para a empresa.

5.3 OBRIGAÇÕES

As obrigações de uma empresa são os pagamentos exigidos na data de seu vencimento, como por exemplo, em um empréstimo bancário, a empresa fica devendo ao banco, e se esta dívida não for liquidada até a data de vencimento o banco exigirá o seu pagamento.

Uma obrigação exigível bem comum dentro das empresas é a compra de mercadorias a prazo, pois nesta compra, a empresa fica devendo para seu fornecedor, e na data de seu vencimento será exigido o valor de pagamento.

As obrigações fazem parte do Passivo da empresa, e aparecem no balanço patrimonial, conforme mostra o quadro abaixo:

BALANÇO PATRIMONIAL

ATIVO

PASSIVO E PL

Bens

Passivo Exigível

Estoque

Impostos a Pagar

Direitos

Empréstimos a Pagar

Títulos a receber

 

Depósitos bancários

 

 

PL

 

?

Quadro 02 ? Estrutura do Balanço Patrimonial

Fonte: MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo: Atlas, 2004. p. 54.

O passivo exigível mostra o endividamento da empresa, e o seu crescimento de forma desordenada e sem controle pode levar a empresa à falência, de uma vez que a principal causa de dificuldades financeiras nas empresas está simplesmente no desconhecimento da diferença entre Ativo e Passivo.

5.4 PATRIMÔNIO LÍQUIDO

O patrimônio líquido representa o total das aplicações dos proprietários na empresa. Toda empresa necessita de uma quantia inicial de recursos (normalmente dinheiro) para efetuar suas primeiras aquisições, e iniciar o ciclo operacional da empresa. Assim, os sócios da empresa dispõem de determinada quantia à empresa com o objetivo de proporcionar a ela os meios necessários ao início do negócio. Essa quantia inicial concedida pelos sócios é chamada de capital social, e poderá ser aumentado a qualquer momento.

Sendo assim, a empresa (pessoa jurídica), fica devendo para seus sócios, que por lei, não podem exigir seu dinheiro de volta enquanto a empresa estiver em atividade. Por isto que o patrimônio é conhecido como uma obrigação não exigível, ou seja, não pode ser reclamada, cobrada ou exigida de volta. Se os sócios quiserem retirar-se da sociedade, devem vender sua participação para outras pessoas, sem envolverem a empresa.

Pelo fato dos sócios não poderem reclamar o valor aplicado na empresa, enquanto esta estiver em processo de continuidade, o patrimônio líquido é denominado de recurso próprio ou capital próprio. No caso de encerramento da empresa os recursos investidos pelos sócios seriam devolvidos.

Contabilmente, o patrimônio líquido é basicamente a diferença do Ativo e do Passivo Exigível, e é importante conhecer qual o valor que a empresa possui efetivamente.

PL = ATIVO (Bens + Direitos) ? PASSIVO EXIGÍVEL (Obrigações exigíveis)

O patrimônio líquido é a medida da verdadeira riqueza que a empresa possui, é o ponto principal que os investidores observam na empresa, buscando verificar também seus lucros no decorrer dos períodos, suas obrigações com terceiros, e seus bens e direitos no ativo, pois com isto, os investidores têm uma visão geral da situação da empresa, conseguindo analisar sua rentabilidade, avaliando assim seus possíveis resultados futuros.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A contabilidade é um ramo do conhecimento humano que trata da identificação, avaliação, registro, acumulação e apresentação dos eventos econômicos de uma organização, com o objetivo de permitir a tomada de decisão por seus usuários internos e externos por meios de seus relatórios contábeis.

Desta forma, sendo a contabilidade uma ciência e com seu objeto de estudo definido, ela precisa utilizar métodos e conceitos para alcançar resultados satisfatórios para as organizações, porém, sem deixar de mostrar sua realidade, exercendo assim, seu verdadeiro papel de controle do patrimônio da empresa.

Entretanto, através da pesquisa realizada, objetivou-se o conhecimento teórico em contabilidade, desde seu início, a milhares de anos, assim como seus conceitos, com o intuito de demonstrar a importância da contabilidade no dia-a-dia das organizações.

7 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CREPALDI, Silvio Aparecido. Curso Básico de Contabilidade. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2003.

GRECO, Alvísio; AREND, Lauro; GÄRTNER, Günther. Contabilidade: Teoria e Práticas Básicas. São Paulo: Saraiva, 2007.

IUDÍCIBUS, Sérgio D. Teoria da Contabilidade. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2000.

IUDÍCIBUS, Sergio D; MARTINS, Eliseu; KANITZ, Stephen Charles; RAMOS, Alkíndar de Toledo; CASTILHO, Edison; BENATTI, Luiz; FILHO, Eduardo Weber; JÚNIOR, Ramon Domingues. Contabilidade Introdutória. 9ª ed. São Paulo: Atlas, 1998.

MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 7ª ed. São Paulo: Atlas, 2004.



[1] Estudante da 7ª Fase do curso de Ciências Contábeis na Faculdade Metropolitana de Guaramirim e integrante da equipe Piazera, Hertel, Manske & Pacher Advogados Associados

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