A instabilidade no cenário econômico elevou os índices de inflação e desemprego, impactando diretamente nos contratos de locação, os quais foram reajustados pelo IGP-M (índice Geral de Preços do Mercado).

Diante disso, o mercado imobiliário agora passa a contar com um novo indicador para medir a evolução dos preços de aluguéis residenciais no Brasil: o IVAR (Índice de Variação de Alugueis Residenciais), cuja metodologia de cálculo será com base nos dados coletados de contratos assinados nas capitais Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre e Belo Horizonte, formando uma média nacional.

Como comparativo, os resultados acumulados do IGPM indicaram uma alta de 7,30% (2019), 23,14% (2020) e 17,78% (2021). No relatório disponibilizado pela FGV contendo a série histórica do IVAR, o indicador apresentou um resultado acumulado de –5,1% (2019), 4,2% (2020) e –0,6% (2021).

A substituição do IGPM pelo IVAR não é automática nem obrigatória e é mais uma opção à disposição para negociação entre locador e locatário para equilibrar os reajustes nos contratos de locação.

Fonte: Portal FGV

        

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